O crescimento populacional é determinado, de uma maneira geral, por índices que representam taxas de natalidade e mortalidade. Por sua vez, as taxas de mortalidade são determinadas por diversas condições, como aspectos relacionados à infra-estrutura (condições sanitárias, serviços médicos etc.), condições nutricionais, etc. Já as taxas de natalidade envolvem aspectos como o nível sócio-cultural, taxa de contracepção e também qualidade nutricional. Há uma tendência mundial de redução das taxas de mortalidade, dados os avanços nas áreas de medicina. As taxas de natalidade dos países desenvolvidos tendem à queda, enquanto os índices de mortalidade permanecem estáticos, com maior longevidade em geral. Já nos países em desenvolvimento, a tendência de aumento de ambos os índices talvez continuará predominante até o próximo século. O índice de longevidade nestes países é acentuadamente menor em relação aos países desenvolvidos. Algumas camadas de extrato social mais inferior, nos países em desenvolvimento, constituindo a maioria entre suas populações , recebem influxos significantemente menores dos avanços mundiais nas áreas de nutrição e saúde.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Natalidade e Mortalidade
Natalidade e Mortalidade
O crescimento populacional é determinado, de uma maneira geral, por índices que representam taxas de natalidade e mortalidade. Por sua vez, as taxas de mortalidade são determinadas por diversas condições, como aspectos relacionados à infra-estrutura (condições sanitárias, serviços médicos etc.), condições nutricionais, etc. Já as taxas de natalidade envolvem aspectos como o nível sócio-cultural, taxa de contracepção e também qualidade nutricional. Há uma tendência mundial de redução das taxas de mortalidade, dados os avanços nas áreas de medicina. As taxas de natalidade dos países desenvolvidos tendem à queda, enquanto os índices de mortalidade permanecem estáticos, com maior longevidade em geral. Já nos países em desenvolvimento, a tendência de aumento de ambos os índices talvez continuará predominante até o próximo século. O índice de longevidade nestes países é acentuadamente menor em relação aos países desenvolvidos. Algumas camadas de extrato social mais inferior, nos países em desenvolvimento, constituindo a maioria entre suas populações , recebem influxos significantemente menores dos avanços mundiais nas áreas de nutrição e saúde.
O crescimento populacional é determinado, de uma maneira geral, por índices que representam taxas de natalidade e mortalidade. Por sua vez, as taxas de mortalidade são determinadas por diversas condições, como aspectos relacionados à infra-estrutura (condições sanitárias, serviços médicos etc.), condições nutricionais, etc. Já as taxas de natalidade envolvem aspectos como o nível sócio-cultural, taxa de contracepção e também qualidade nutricional. Há uma tendência mundial de redução das taxas de mortalidade, dados os avanços nas áreas de medicina. As taxas de natalidade dos países desenvolvidos tendem à queda, enquanto os índices de mortalidade permanecem estáticos, com maior longevidade em geral. Já nos países em desenvolvimento, a tendência de aumento de ambos os índices talvez continuará predominante até o próximo século. O índice de longevidade nestes países é acentuadamente menor em relação aos países desenvolvidos. Algumas camadas de extrato social mais inferior, nos países em desenvolvimento, constituindo a maioria entre suas populações , recebem influxos significantemente menores dos avanços mundiais nas áreas de nutrição e saúde.
Ter filhos hoje;uma nova realidade

Por que a natalidade está caindo? e apesar do elevado número de nascimentos havia paralelamente um grande índice d
O Brasil ocupa, na atualidade, o quinto lugar em número de população, ficando atrás somente da China, Índia, Estados Unidos e Indonésia.
O número de habitantes do Brasil é resultado de um acelerado processo de crescimento natural ou vegetativo que ocorreu a partir do século XIX e foi incrementado no transcorrer do século XX, resultado dos elevados índices de natalidade e da imigração que ocorreu no país.
O crescimento natural ou vegetativo de um país é calculado da seguinte forma: obtém-se o número de nascimentos e dele subtrai o número de mortos, ou seja, se uma cidade teve 400 nascimentos e 250 falecimentos houve crescimento, pois o primeiro superou o segundo.
Sem dúvida, o período que houve maior crescimento populacional no Brasil foi no decorrer do século XX, no início desse as condições médico-sanitárias eram precárias e falecimentos. As pessoas morriam por problemas relativamente fáceis de serem solucionados, mas esbarravam na falta de informação e de serviços médicos para o tratamento de tais doenças, muitas vezes as pessoas perdiam suas vidas sem saber que eram, por exemplo, diabéticas e que poderiam ter a vida prolongada caso fosse tratadas.
Esse contexto começou a se alterar a partir dos anos 40, que foi um momento marcado pelo surgimento de diversas vacinas e técnicas de tratamento de doenças, além disso, as pessoas tiveram maior acesso aos serviços sanitários e médicos, sendo assim, ocorreu uma melhoria na qualidade de vida das pessoas. Com a implantação de tais medidas, os índices de mortalidade diminuíram enquanto que as taxas de natalidade se elevaram, diante desses dois fatores houve um crescimento acelerado da população no país.
Se comparadas aos países industrializados, as taxas de natalidade brasileiras permanecem altas, entretanto, houve uma diminuição desse crescimento, principalmente nas últimas décadas. Essa alteração populacional foi proveniente do processo de urbanização que se desenvolveu durante os anos 40, no ano de 1970 a população urbana era maior que a rural, fato até então nunca detectado no país.
Com a nova realidade urbana da população, algumas mudanças de ordem social, econômica e cultural aconteceram, essas resultaram na queda do número de filhos por família. Além desses, outros fatores também contribuíram para a queda do crescimento populacional do país, entre eles estão:
• Redução do trabalho familiar: essa era uma prática comum no meio rural, consistia em ter muitos filhos para exercer atividades nas propriedades rurais, assim a família não precisava pagar um trabalhador assalariado. Com a urbanização essa característica foi sendo substituída, pois a vida nas cidades exigia maiores gastos.
• Queda no número de casamento precoce: a realidade rural promovia o casamento entre pessoas muito jovens, já nos centros urbanos as pessoas contraem matrimônio com idades mais elevadas e tendem a ter poucos filhos.
• Custos com filhos: oferecer uma boa qualidade de vida e educação a um filho no contexto urbano requer elevados gastos financeiros (educação, saúde, alimentação adequada entre outros), devido a esse fator os pais começaram a planejar mais o número de filhos a serem concebidos, adequando-o ao orçamento familiar. A vida no campo não exigia grandes gastos por não haver preocupação com educação, transporte e outros.
• A mulher profissional: quando as mulheres tinham como função somente cuidar da casa e dos filhos elas não ocupavam atividades profissionais, mas com a urbanização a mulher começou a contribuir com o mercado de trabalho. Com a ocupação remunerada, essa não encontrava tempo e nem recursos para ter muitos filhos, esses passaram para o segundo plano, uma vez que a prioridade era manter o emprego e ajudar na composição do orçamento familiar.
• Métodos anticoncepcionais: nas cidades existe maior circulação de informações, facilitada pelos meios de comunicação e pelos próprios médicos, nesse contexto surgiram procedimentos que impediam a gestação, algo que não ocorria em áreas rurais
Fecundidade
Fecundidade da mulher brasileira
(Nº médio de filhos que uma mulher teria ao final de sua idade reprodutiva)
Em 1970 a mulher brasileira tinha, em média, 5,8 filhos. Trinta anos depois, esta média era de 2,3 filhos.
Em 2000, com exceção da Região Norte, as demais Regiões apresentaram taxas de fecundidade próximas à taxa média nacional (2,3).
A Região Sudeste apresentou a menor taxa de fecundidade: 2,2 filhos por mulher.
No mundo, no final do século XX, a taxa de fecundidade era de 2,9 filhos por mulher, Nos países mais desenvolvidos esta taxa era de 1,5, e nos países menos desenvolvidos, em torno de 3,2. Compare a fecundidade no Brasil com a fecundidade em outros países da América do Sul no gráfico abaixo.
Fecundidade na adolescência
A média de idade da fecundidade da mulher brasileira diminuiu acentuadamente de 1980 para 2000 em todas as regiões.
O dados do Censo 2000 indicam uma elevação da contribuição da fecundidade das mulheres mais jovens na fecundidade total, isto é, considerado o total de filhos de todas as mulheres em idade fértil, aumentou o percentual de filhos das jovens entre 15 e 19 anos nesse total.
Esta elevação se observa principalmente no Centro-Oeste, Norte e Nordeste.
A taxa de fecundidade das mulheres com menos de 20 anos na África, América Latina, América do Norte e Ásia, é mostrada no gráfico abaixo. No Brasil, essa taxa é de 32%.
Mortalidade
Mortalidade total
(N° de pessoas que morrem por 1000 habitantes durante 1 ano)
A taxa de mortalidade total no Brasil apresentou um grande declínio de 1950 a 1970, e desde então vem caindo em pequenas proporções.
Mortalidade infantil
(Crianças menores de 1 ano de idade que morrem por 1000 nascidos vivos durante o período de 1 ano)
A taxa de mortalidade infantil durante os últimos dez anos do século XX apresentou uma tendência de queda em todas as regiões.
Observe no gráfico acima: no Brasil, em 1990, registravam-se 48 óbitos por mil nascidos vivos e, e em 2000, 29,6.
Entretanto, ainda existem grandes diferenças regionais: a taxa de mortalidade infantil da Região Nordeste, por exemplo, é cerca de duas vezes a taxa observada nas demais regiões.
Brasil no mundo: mortalidade total e infantil
Observe a mortalidade total e a mortalidade infantil por continentes:
Mortalidade total - Na África e na Europa encontra-se o maior número de mortes por mil habitantes.
Mortalidade infantil - A América Latina possui a terceira maior taxa de mortalidade infantil, ficando logo atrás da África e da Ásia. Essas taxas sobressaem ainda mais quando são comparadas com as da Europa e com as da América do Norte.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Pragas agrícolas e controle biológico
Controle biológico é um fenômeno que acontece naturalmente na natureza que consiste na regulação do número de plantas e animais por inimigos naturais. É uma estratégia que o homem há muito tempo vem utilizando, explorando inimigos naturais para o controle de patógenos, pragas e ervas daninhas - ação considerada uma arte por muitos cientistas, embora vários esforços tenham sido feitos para transferir o controle biológico para o domínio da ciência.
O termo Controle Biológico foi empregado pela primeira vez em 1919, por H.S. Smith, para designar o uso de inimigos naturais para o controle de insetos-praga. Posteriormente essa expressão foi usada para designar todas as formas de controle, alternativas aos produtos químicos, que envolvessem métodos biológicos. Assim, o Controle Biológico denominava técnicas tão diversas como o uso de variedades resistentes, rotação de culturas, antecipar ou retardar as épocas de plantio e colheita, queima de restos de culturas, destruição de ramos e frutos atacados, uso de atraentes e repelentes, de feromônios e de armadilhas.
Entretanto, esta denominação para os métodos citados não é unanimemente aceita pelos especialistas da área. Estes consideram o Controle Biológico como uma ciência que trata da ação de inimigos naturais na regulação das populações de seus hospedeiros e suas presas, sejam eles insetos pragas ou ervas daninhas.
O controle biológico é o componente fundamental do equilíbrio da Natureza, cuja essência está baseada no mecanismo da densidade recíproca, isto é, com o aumento da densidade populacional da presa, ou do hospedeiro, os predadores, ou parasitos, tendo maior quantidade de alimento disponível, também aumentam em número. Desta maneira, os inimigos naturais causam um declínio na população da praga. Posteriormente, a população do inimigo natural diminui com a queda no número de presas, ou hospedeiros, permitindo que a população da praga se recupere e volte a crescer. Neste caso, os parasitos e predadores são agentes de mortalidade dependentes da densidade populacional da praga. Por outro lado, os fatores físicos de mortalidade, como a temperatura e a umidade, podem impedir, temporariamente, o aumento no numero de indivíduos da praga, independente do tamanho da população desta. Estes são os fatores de mortalidade independentes da densidade. Portanto, é possível detectar o efeito da mudança de diferentes fatores ambientais, dependentes e independentes da densidade populacional, na densidade de uma população, em diferentes tipos de ambientes.
Em comparação ao controle químico o controle biológico apresenta vantagens e desvantagens. Entre as vantagens pode-se citar que é uma medida atóxica, não provoca desequilíbrio, não possui contra-indicações, propicia um controle mais extenso e é eficiente quando não existe maneira de se utilizar o controle químico. Em compensação requer mais tecnologia, possui um efeito mais lento, não é de tão fácil aquisição, nem sempre pode ser aplicado em qualquer época do ano e, geralmente, é mais caro.
Para alcançar resultados, todo programa de controle biológico deve começar com o reconhecimento dos inimigos naturais da "praga-chave da cultura" (principal organismo que causa danos econômicos à lavouras). Uma vez identificada a espécie e o comportamento da "praga" em questão, o principal desafio dos centros de pesquisa diz respeito a reprodução desse inimigo natural em grandes quantidades e com custos reduzidos.
Dentro do controle biológico podemos constatar duas fases distintas: o controle biológico sem a interferência (ou seja, na forma como é encontrado na natureza) e aquele que é feito mediante introdução, manipulação e aplicação de organismos capazes de agir de forma contrária a pragas.
Para alcançar resultados, todo programa de controle biológico deve começar com o reconhecimento dos inimigos naturais da "praga-chave da cultura" (principal organismo que causa danos econômicos à lavouras). Uma vez identificada a espécie e o comportamento da "praga" em questão, o principal desafio dos centros de pesquisa diz respeito a reprodução desse inimigo natural em grandes quantidades e com custos reduzidos.
Dentro do controle biológico podemos constatar duas fases distintas: o controle biológico sem a interferência (ou seja, na forma como é encontrado na natureza) e aquele que é feito mediante introdução, manipulação e aplicação de organismos capazes de agir de forma contrária a pragas.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Como se formam os solos
O intemperismo, por sua vez, é a ação dos agentes físicos, químicos e biológicos sobre as rochas, ocasionando sua desintegração e decomposição.
Na formação do solo podemos considerar duas etapas
a) a desintegração e a decomposição das rochas, originando os componentes minerais;
b) A incorporação e a decomposição de orgasmos animais e vegetais dando origem aos componentes orgânicos (húmus).
Vários são os fatores que atuam na formação do solo: temperatura, vento, águas correntes, tipo de topo grafa, chuva, cobertura vegetal, tipo de macha matriz etc. Em função da ação conjugada e da inter-relação desses diversos fatores originam-se os diversos tipos de solos.
Perfil do solo
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Como fazer para manter a boa saúde
Mantendo a boa saúde
compilado por Maggie Sandilands
Evitar as doenças e os acidentes é tão importante quanto poder tratá-los quando eles ocorrerem. Podem ser necessários profissionais da saúde especializados ou tratamento hospitalar para doenças graves, mas a prevenção deve começar em casa. Existem muitas maneiras simples de ajudar a sua família a manter a boa saúde.
As pessoas podem se recuperar de muitas doenças comuns sozinhas, sem a necessidade de remédios. Para ajudar uma pessoa a combater ou se recuperar de uma doença, geralmente tudo que é preciso é a boa higiene, muito repouso, uma boa nutrição e água potável suficiente. Muitas doenças são causadas pela falta de higiene e podem ser prevenidas tomando-se somente água potável, fazendo-se com que todos lavem as mãos e tomando-se cuidado no preparo e na armazenagem dos alimentos.
Lavar as mãos
Enxaguar as mãos só com água não é suficiente para a boa saúde e para prevenir as doenças. Ambas as mãos devem ser esfregadas com sabão ou cinzas e enxaguadas com água corrente para eliminar os germes.
As mãos devem ser lavadas freqüentemente, principalmente depois de ir ao banheiro e antes de comer.
Preparo de alimentos
Photo: Geoff Crawford, Tearfund
Garantir que todos os membros da família tenham o suficiente para comer e que os alimentos sejam nutritivos (Passo a Passo 65), é vital para manter a boa saúde.
A maneira como os alimentos são armazenados e preparados também é importante para prevenir as doenças.
- Lave bem as mãos com água e sabão antes de preparar os alimentos.
- Assegure-se de que todas as panelas, pratos, facas e utensílios usados para preparar os alimentos estejam limpos.
- Mantenha as carnes e peixes crus longe dos alimentos cozidos.
- Cozinhe as carnes por completo antes de comê-las.
- Sirva alimentos frescos. Não espere muito para comer os alimentos cozidos. O leite, o peixe, a carne cozida e o arroz cozido estragam rapidamente. Se requentar algum alimento cozido, assegure-se de ele seja requentado por completo.
- As moscas transmitem doenças, assim, cubra sempre os alimentos para mantê-las afastadas.
Água potável
A água potável é vital para a saúde. Uma forma de garantir que a água seja segura para beber é fervendo-a. Ferver a água mata os germes que causam a diarréia e tornam a água potável. Se o combustível for escasso, é possível purificar a água com a luz do sol (Passo a Passo 51 e www.sodis.ch).
Depois que a água tiver sido tratada, ela deve ser mantida limpa. Se a água para beber for armazenada, certifique-se de que os recipientes estejam limpos e sejam cobertos com tampas para evitar as moscas e o pó. Não coloque as mãos na água. Ao invés disso, use uma caneca limpa de alça comprida ou uma concha para tirar a água do recipiente para beber.
Evite ferimentos
Procure evitar que ocorram ferimentos.
- Mantenha todos os objetos afiados, como facas, latas abertas e vidro quebrado, longe das crianças.
- Mantenha os fósforos e lampiões fora do alcance das crianças.
- Tenha cuidado ao cozinhar e não deixe as crianças pequenas chegarem perto do fogo ou de água fervent
- Não deixe os cabos das panelas saindo para fora do fogão, para que as crianças não possam alcançá-los.
- Ensine as crianças a atravessarem a rua com segurança.
- Mantenha os aparelhos elétricos longe da água para evitar o risco de choques elétricos. Ensine as crianças a não tocarem em tomadas elétricas.
- Não consuma bebidas alcoólicas em excesso.
Prevenção de infecções
Os bons hábitos de higiene e saneamento em casa ajudam a prevenir as infecções. Para ver idéias para o saneamento comunitário, consulte a Passo a Passo.
- Não deixe os porcos ou outros animais entrarem em casa ou nos locais onde as crianças brincam.
- Se as crianças ou os animais defecarem perto de casa, limpe imediatamente. Ensine as crianças a usarem a latrina.
- Não cuspa no chão e cubra a boca quanto tossir ou espirrar.
- Leve as crianças para serem vacinadas. As vacinas geralmente são gratuitas e oferecem proteção contra muitas doenças perigosas. Peça orientação no seu posto de saúde mais próximo.
- Trate as doenças infecciosas o mais rápido possível para evitar que elas sejam transmitidas para outras pessoas.
- Não ande de pés descalços em locais onde haja vermes.
As alergias
O que são alergias?
Uma alergia é uma reacção excessiva do nosso organismo a substâncias que ele considera nocivas, se bem que não o sejam. Ou seja, uma reacção normal seria a reacção imunológica quando na presença de uma substância nociva. Uma alergia é resultado do "excesso de zelo" do nosso sistema imunitário, uma desregulação do sistema, provocando reacções, mesmo que o elemento estranho não tenha um carácter ameaçador ou perigoso.
A estas reacções nocivas chamamos "hipersensibilidade" ou "alergia". Às substâncias supostamente nocivas chamamos "alérgenos".
O nosso sistema imunitário tem uma base de dados das substâncias "estranhas" com as quais já teve contacto, e da resposta a produzir quando a encontrar novamente. Cada vez que o alérgeno atacar, ele responde por anticorpos específicos memorizados.
A estas reacções nocivas chamamos "hipersensibilidade" ou "alergia". Às substâncias supostamente nocivas chamamos "alérgenos".
O nosso sistema imunitário tem uma base de dados das substâncias "estranhas" com as quais já teve contacto, e da resposta a produzir quando a encontrar novamente. Cada vez que o alérgeno atacar, ele responde por anticorpos específicos memorizados.
Principais Tipos de Alergenos
Alergia a animais:
No caso de alergia a animais, reduzir o contato com eles é muito importante. Os sintomas tendem a desaparecer na medida em que se eliminem pêlos e resíduos dos animais no meio ambiente, não esuqecer que a limpesa da casa é um fator importante para a melhora da alergia.
Em muitos casos, a remoção do animal caseiro é a única solução embora possa ser muito traumática. No caso da remoção do animal não ser possível, entretanto, não se deve permitir a entrada do animal principalmente no quarto de dormir do paciente e a casa deve, se possivel, aspirada diariamente.
Se um membro da família é alérgico, é conveniente, como medida preventiva, retirar os animais da casa. Isto ajuda a prevenir o desenvolvimento de alergias adicionais. Tapetes,tecidos, etc, feitos de pêlo de animal devem ser evitados. Contato com animais fora de casa deve ser evitado. Um problema pode surgir quando indivíduos alérgicos visitam casas onde existem animais domésticos. A melhor solução é usar equipamentos profiláticos antes da visita.
Alergia a Pó caseiro:
No caso de alergia ao pó doméstico, a casa deve ser limpa, de preferência com aspirador de pó, diariamente, especialmente o quarto de dormir. A limpeza deve ser realizada por uma pessoa não alérgica.
Deve-se evitar o uso de tapetes e móveis susceptíveis ao acumulo de pó.
Os dormitórios, na medida do possível devem ser mantidos livres de pó, e os colchões e travesseiros devem preferencialmente ser de material sintético.
A alergia ao pó pode ser provocada pelos ácaros existentes no pó doméstico. Estes são organismos microscópicos que vivem nas roupas da cama e nos tapetes. Os pacientes devem ser aconselhados a trocar de roupa de cama com preferência, tomar banho e trocar de roupa de preferência diariamente. Observando-se que colchões e travesseiros devem ser encapados com capas específicas.
Alergia a Fungos:
No caso de alergia a fungos, deve-se evitar ambientes úmidos, caso não seja possível utilizar desumidificador e purificador de ar nos locais contaminados por fungos.
O pó doméstico pode conter grandes quantidades de fungos.
Os pacientes devem evitar áreas onde os fungos proliferam, como, por exemplo, montes de folhas de árvores, toras de madeira, áreas fortemente sombreadas ou de espessa vegetação. Durante a época da colheita, devem-se evitar os lugares. Arejar bem os ambientes que permanecem fechados durante muito tempo.
Alergias a Pólens:
Evitar o contato direto com o pólen, isto é, não colher flores e evitar ter flores dentro de casa.
Durante a polinização, as janelas dos quartos de dormir, devem ser mantidas fechadas para que o vento não introduza o pólen. Além disso, é aconselhável arejar a roupa de cama na parte da manhã, quando o nível de pólen no ar é mais baixo.
Durante os dias secos e quentes, pode haver necessidade do paciente permanecer em casa com as portas e janelas fechadas, uma vez que existe grande quantidade de pólen no ar.
Alergia a Insetos:
É possível prevenir picadas de abelhas e marimbondos evitando os locais que atraem estes insetos, caso não seja possível, recomenda-se utilizar um aparelho que utiliza tecnologia de ultra-som para afastar insetos, ou um repelente específico.
Alergia a Alimentos:
Hipersensibilidade a alimentos pode ocorrer devido a mecanismos alérgicos ou não alérgicos. As crianças são geralmente mais susceptíveis e acredita-se que entre 10% e 20% das crianças alérgicas apresenta reações a alimentos.
Os alimentos que mais frequentemente causam sintomas durante a primeira infância são o leite de vaca, ovos, peixes, frutas cítricas e tomate. A maioria das crianças desenvolve intolerância a frutas cítricas e tomate em alguns anos, mas a alergia a peixe e nozes, por exemplo pode continuar até a idade adulta.
No adulto, entretanto, aparecem outros alimentos que podem produzir hipersensibilidade.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Doenças urbanas
Ciências-Doenças urbanas
Doenças urbanas
As cidades nos oferecem oporttunidades para trabalho,estudo,troca de mercadorias e de serviços,lazer, esportes e cultura.Não é à toa que a maioria da população brasileira vive nas cidades.
No entanto, a aglomeração de pessoas nas cidades traz varios problemas.Entre os mais graves, temos os relacionadas à saúde.A Organização Mundial da Saúde(OMS) e outras entidades mostram que as chamadas doenças urbanas(doenças relacionadas com a vida em cidades)são as que mais matam no mundo.
Câncer
A palavra câncer tem origem no latim, cujo significado é caranguejo. Tem esse nome, pois as células doentes atacam e se infiltram nas células sadias como se fossem os tentáculos de um caranguejo.
Esta doença tem um período de evolução duradouro, podendo, muitas vezes, levar anos para evoluir até ser descoberta. Atualmente, foram identificados mais de cem tipos desta doença, sendo que a maioria tem cura (benignos), desde que identificados num estágio inicial e tratados de forma correta.
Como os tumores nascem
Os tumores aparecem no organismo quando as células começam a crescer de uma forma descontrolada, em função de um problema nos genes. A causa dessa mutação pode ter três origens : genes que provocam alterações na seqüência do DNA; radiações que quebram os cromossomos e alguns vírus que introduzem nas células DNAs estranhos. Na maioria das situações, as células sadias do organismo impedem que estes DNAs passem adiante as informações.
O tumor desenvolve um conjunto de rede de vasos sanguíneo para se manter. Através da corrente sanguínea ou linfática, as células malignas chegam em outros órgãos, desenvolvendo a doença nestas regiões. Esse processo de irradiação da doença é conhecido como metástase.
Esta doença é tão perigosa, pois possui capacidade eficiente de reprodução dentro das células e também porque se reproduz e coloniza facilmente áreas reservadas a outras células.
Principais causas
Existem vários fatores que favorecem o desenvolvimento do câncer. Podemos citar como principais : predisposição genética (casos na família), hábitos alimentares, estilo de vida e condições ambientais. Todos estes fatores aumentam o risco de uma pessoa desenvolver a doença.
Cãncer nos pulmões, na boca e na laringe são as principais doenças causadas pelo cigarro. Bebida alcoólica em excesso pode provocar, com o tempo, o aparecimento de câncer na boca. Sol em excesso pode afetar as células e cresce o risco do desenvolvimento desta doença na pele. O câncer de mama tem origens nos distúrbios hormonais e é mais comum nas mulheres. A leucemia (câncer no sangue) é desencadeado pela exposição à radiações.
Determinadas infecções podem desencadear o surgimento de tumores no estômago e no fígado. A vida estressante, a alimentação inadequada (rica em gorduras, conservantes e pobre em fibras) também estão relacionados a alguns tipos de câncer.
Tratamento
O melhor tratamento ainda é aquele que visa evitar o surgimento da doença. Para tanto, os especialistas aconselham as pessoas a ter uma vida saudável: alimentação natural e rica em fibras, evitar o fumo e o álcool, ter uma vida tranqüila, fugindo do estresse, usar protetores ou bloqueadores solares e fazer exames de rotina para detectar o início da doença.
Atualmente, a medicina dispõe da radioterapia e de cirurgias para combater a doença. Quando se faz necessário a retirada do tumor, a cirurgia é o procedimento mais adequado. Já a radiação é utilizada para matar as células cancerígenas. Porém, este segundo procedimento tem efeitos colaterais como, por exemplo, queimaduras na pele provocada pela passagem da radiação.
A quimioterapia é um procedimento que visa, através da administração de drogas, impedir a reprodução das células cancerígenas, levando-as à morte. Esse procedimento também tem efeitos colaterais como, por exemplo, a queda de cabelos.
Nos casos de câncer de mama e de próstata é usada a hormonoterapia, pois estes tipos de tumores são sensíveis à ação de determinados hormônios.
Hipertensão
A Hipertensão Arterial, mais conhecida como “Pressão Alta”, pode ser encarada como uma doença ou como um fator de risco para o desenvolvimento de doenças do coração, pois, na grande maioria das vezes, não provoca sintomas ou os sintomas são gerais (podem ocorrer em qualquer doença), como dores de cabeça, tonturas, mal estar...
É muito importante entender que quem sofre de hipertensão arterial terá que fazer seu controle por toda a vida, visto que, na grande maioria das pessoas (95%), não se consegue descobrir sua causa.
De todos esses casos, felizmente, a grande maioria (90%) apresentará hipertensão leve, ou seja, fácil de controlar e tratar.
Acidente vascular cerebral
O termo Acidente Vascular Cerebral, significa o comprometimento súbito da função cerebral causado por inúmeras alterações histopatológicas que envolvem um ou vários vasos sanguíneos intracranianos ou extracranianos. Aproximadamente 80% dos AVC são causados por um baixo fluxo sanguíneo cerebral (Isquemia) e outros 20% por hemorragias tanto intraparenquimatosas como subaracnoídeas. O grande problema em relação aos AVC não se encontra apenas na mortalidade mas sim a incapacitação que impõe ao indivíduo como não se alimentar ou locomover além do problema social.
A Incidência Americana esta estabilizada em torno de 0,5 a 1,0 casos por cada 1000 habitantes e alguns países europeus e o Japão esta incidência chega a 3 por cada 1000 habitantes por motivos que não se pode explicar até o momento. É a terceira principal causa de morte entre as a patologias clínicas e a mais freqüente causa de morbidade entre as doenças neurológicas após a S. de Alzheimer. Estes índices são maiores entre negros e proporcionais em relação ao sexo. Nos indivíduos acima dos 75 anos esta incidência chega a 30 por 1000hab.
Infarto
Infarto do miocárdio é a necrose de uma parte do músculo cardíaco causada pela ausência da irrigação sanguínea que leva nutrientes e oxigênio ao coração. É o resultado de uma série complexa de eventos acumulados ao longo dos anos, mas pode ser caracterizado pela oclusão das artérias coronárias em razão de um processo inflamatório associado à aderência de placas de colesterol em suas paredes. O desprendimento de um fragmento dessas placas ou a formação de um coágulo de sangue, um trombo, dentro das artérias acarretam o bloqueio do fluxo de sangue causando sérios e irreparáveis danos ao coração (necrose do músculo cardíaco).
Sintomas
Sintomas
Fatores de risco e prevenção
Não há dúvida de que a melhor maneira de evitar o infarto é reduzir a exposição aos fatores de risco: fumo, obesidade, diabetes, hipertensão, níveis altos de colesterol, estresse, vida sedentária e/ou histórico pessoal ou familiar de doenças cardíacas.
Assumir uma atitude mental confiante e positiva é um passo decisivo para a recuperação dos infartados. É importante deixar claro que pessoas que sobrevivem a um infarto e adotam estilos de vida saudável, em sua maioria, conseguem retornar à vida normal e reassumir suas atividades profissionais. Recomendações
Importante
Procure imediatamente o médico se sentir dores inexplicáveis no peito, falta de ar, batimentos cardíacos acelerados, respiração noturna ofegante, pés e tornozelos inchados ou aumento de peso injustificado resultante de inchaço por retenção de líquidos.
O infarto é uma ocorrência muito grave e requer atendimento profissional imediato. Pode vir precedido de crises de angina (dores no peito, muitas vezes associadas ao esforço físico) ou irromper sem qualquer aviso. Cerca de l/3 das pessoas que sofrem infarto não sobrevivem e a maioria das mortes ocorre dentro de duas horas.
Gastrite
"A gastrite é uma doença inflamatória que se caracteriza por acometimento da camada de tecido mais superficial que reveste o estômago, chamada de mucosa gástrica. Essa inflamação desenvolve-se como uma resposta normal do organismo quando ocorre uma agressão à sua integridade. Entretanto, essa resposta normal pode levar ao desenvolvimento de sinais e sintomas característicos dessa doença. A agressão que desencadeia o processo pode ser aguda ou crônica e, de acordo com seus tipos, podemos classificar as diversas formas de gastrite."
O estômago é um órgão de extrema importância para o processo de digestão dos alimentos. Nele, encontramos vários tipos de células com diferentes funções. Algumas produzem enzimas que ajudam na quebra dos alimentos e outras produzem ácido clorídrico, que é responsável pelo ambiente ácido característico desse órgão. Normalmente, há produção de um muco que reveste internamente a parede do estômago, protegendo as células da agressão pelo ácido.
A gastrite pode ser causada por diversos fatores diferentes.
: essa bactéria tem a capacidade de viver dentro da camada de muco protetor do estômago. A prevalência da infecção por esse microorganismo é extremamente alta, sendo adquirida comumente na infância e permanecendo para o resto da vida a não ser que o indivíduo seja tratado. A transmissão pode ocorrer por duas vias: oral-oral ou fecal-oral. A gastrite não é causada pela bactéria em si, mas pelas substâncias que ela produz e que agridem a mucosa gástrica, podendo levar a gastrite, úlcera péptica e, a longo prazo, ao câncer de estômago.
• Aspirina: o uso de aspirina e de outros antiinflamatórios não-esteróides podem causar gastrite porque levam à redução da proteção gástrica. Importante ressaltar que esses medicamentos só levam a esses problemas quando usados regularmente por um longo período. O uso de corticóide por longo período também pode levar a gastrite.
• Álcool: pode levar à inflamação e dano gástrico quando consumido em grandes quantidades e por longos períodos.
• Gastrite auto-imune: em situações normais, o nosso organismo produz anticorpos para combater fatores agressores externos. Em algumas situações, entretanto, pode haver produção de anticorpos contra as próprias células do organismo, levando a vários tipos de doenças (por exemplo, lúpus eritematoso sistêmico, artrite reumatóide, diabetes mellitus tipo 1). Na gastrite auto-imune, os anticorpos levam à destruição de células da parede do estômago, reduzindo a produção de várias substâncias importantes. O câncer de estômago também pode ocorrer a longo prazo.
• Outras infecções: a gastrite infecciosa pode ser causada por outras bactérias que não o H. pylori, como por exemplo a bactéria da tuberculose e a da sífilis; pode também ser causada por vírus, fungos e outros parasitas.
• Formas incomuns: são causas mais raras. Temos as gastrites linfocítica e eosinofílica; a gastrite granulomatosa isolada; e a gastrite associada a outras doenças como a sarcoidose e a doença de Crohn.
• A gastrite aguda também pode ocorrer em pacientes internados por longo período em unidades de tratamento intensivo, em pacientes politraumatizados e em grandes queimados.
A gastrite pode ser completamente assintomática, principalmente nos casos crônicos. Na fase aguda, os sintomas são mais proeminentes. Comumente, os sintomas são:
• Desconforto na região superior do abdome: pode ser representado por dor ou apenas um desconforto. Alguns pacientes podem relatar dor em queimação; dor que melhora com a ingestão de alimentos.
• Náuseas e vômitos, geralmente acompanhando o desconforto.
• Saciedade precoce, ou seja, sensação de empachamento logo após a alimentação. Esse sintoma pode levar à redução e perda de apetite.
• Se a gastrite levar à formação de úlceras gástricas hemorrágicas, pode haver eliminação de sangue digerido, nas fezes (que ficam escuras) ou nos vômitos.
O médico suspeita de gastrite quando o paciente relata a presença dos sintomas listados anteriormente. O médico investiga os hábitos alimentares do paciente, uso de medicamentos, consumo de bebidas alcoólicas, se o paciente tem outras doenças já diagnosticadas. A partir daí, exames complementares podem ou não ser realizados.
Importante ressaltar que o diagnóstico de gastrite só pode ser firmado pela endoscopia digestiva alta, quando o médico visualiza a mucosa gástrica lesada e colhe fragmentos (biópsia) para exame citológico. Caso não seja realizada a endoscopia, o diagnóstico mais correto é o que chamamos de Dispepsia, que pode ser funcional ou não.
Se a causa da gastrite for evidente já na história, como por exemplo, o uso de antiinflamatórios, o médico já indica o tratamento adequado. No caso do H. pylori, a identificação da infecção pode ser feita no material obtido pela biópsia, à endoscopia, através de um teste respiratório ou exame de sangue. Se o paciente for portador dessa bactéria, o médico decidirá sobre a erradicação ou não da infecção, com base no quadro clínico do paciente.
O tratamento da gastrite é direcionado pela causa. Entretanto, alguns medicamentos são utilizados para a melhora dos sintomas enquanto se trata a causa específica. O paciente deve evitar o uso de medicamentos como a aspirina e outros antiinflamatórios não-esteróides, bebidas alcoólicas e cigarro.
O tratamento da infecção pelo H. pylori pode ser bastante difícil em alguns pacientes, e não é raro que ocorra a reinfecção. Esse tratamento não é indicado de rotina em todos os pacientes, sendo reservado para aqueles que apresentam úlcera péptica ou linfoma gástrico. Neles, o tratamento é realizado com antibióticos, medicamentos que reduzem a secreção de ácido pelo estômago e também com agentes protetores da mucosa gástrica.
Na gastrite induzida por medicamentos, geralmente a suspensão do agente suspeito leva à resolução do quadro. Associado a isso utiliza-se medicamentos para melhora sintomática. Em alguns tipos de gastrite pode ser necessário o uso de corticóide, para conter o processo inflamatório e prevenir complicações.
Nos pacientes hospitalizados, em unidade de tratamento intensivo, politraumatizados e grandes queimados, o desenvolvimento de gastrite aguda pode ser dramático. Por isso, neles, é feita a prevenção do desenvolvimento da doença, com o uso de medicamentos que reduzem a produção de ácido, pelo estômago.
Os medicamentos utilizados para melhora sintomática podem atuar melhorando o esvaziamento gástrico ou reduzindo a secreção de ácido. Os que melhoram o esvaziamento gástrico são os chamados pró-cinéticos, que reduzem a estase alimentar no estômago e auxiliam na digestão, como por exemplo, a metoclopramida e a bromoprida. A redução da secreção de ácido é eficiente para combater a dor e a azia, e pode ser feita com medicamentos de dois grupos:
• Antagonistas de receptores H2: cimetidina, ranitidina. São também usados para a prevenção da gastrite aguda nos pacientes hospitalizados.
• Inibidores da bomba de prótons: omeprazol, lansoprazol, pantoprazol.
Outros medicamentos que podem ser usados, eventualmente, são os protetores da mucosa gástrica, como o sucralfato, por exemplo.
• Comer em pequenas quantidades e várias vezes ao dia, evitando ficar sem alimentação por mais de 3 horas seguidas.
• Alimentar-se com calma, mastigando bem os alimentos, o que facilita o esvaziamento gástrico e a digestão.
• Evitar os famosos "fast-foods".
• Consumir bebidas alcoólicas com moderação, se possível evitar o consumo.
• Não há motivo para restrição dietética, mas se possível devem-se evitar ou reduzir a ingestão de alimentos muito gordurosos, frituras, doces concentrados, comidas muito condimentadas. Preferir refeições mais leves, de mais fácil digestão.
• O consumo de café e outras bebidas que contém cafeína não é contra-indicado se o paciente tolera bem essas bebidas.
• Outra questão importante é o cuidado com a higiene pessoal e dos alimentos, para reduzir a transmissão .
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