sexta-feira, 29 de julho de 2011

Doenças urbanas

Ciências-Doenças urbanas


Doenças urbanas
As cidades nos oferecem oporttunidades para trabalho,estudo,troca de mercadorias e de serviços,lazer, esportes e cultura.Não é à toa que a maioria da população brasileira vive nas cidades.
No entanto, a aglomeração de pessoas nas cidades traz varios problemas.Entre os mais graves, temos os relacionadas à saúde.A Organização Mundial da Saúde(OMS) e outras entidades mostram que as chamadas doenças urbanas(doenças relacionadas com a vida em cidades)são as que mais matam no mundo.
Câncer

A palavra câncer tem origem no latim, cujo significado é caranguejo. Tem esse nome, pois as células doentes atacam e se infiltram nas células sadias como se fossem os tentáculos de um caranguejo.
Esta doença tem um período de evolução duradouro, podendo, muitas vezes, levar anos para evoluir até ser descoberta. Atualmente, foram identificados mais de cem tipos desta doença, sendo que a maioria tem cura (benignos), desde que identificados num estágio inicial e tratados de forma correta.
Como os tumores nascem
Os tumores aparecem no organismo quando as células começam a crescer de uma forma descontrolada, em função de um problema nos genes. A causa dessa mutação pode ter três origens : genes que provocam alterações na seqüência do DNA; radiações que quebram os cromossomos e alguns vírus que introduzem nas células DNAs estranhos. Na maioria das situações, as células sadias do organismo impedem que estes DNAs passem adiante as informações.
O tumor desenvolve um conjunto de rede de vasos sanguíneo para se manter. Através da corrente sanguínea ou linfática, as células malignas chegam em outros órgãos, desenvolvendo a doença nestas regiões. Esse processo de irradiação da doença é conhecido como metástase.
Esta doença é tão perigosa, pois possui capacidade eficiente de reprodução dentro das células e também porque se reproduz e coloniza facilmente áreas reservadas a outras células.
Principais causas
Existem vários fatores que favorecem o desenvolvimento do câncer. Podemos citar como principais : predisposição genética (casos na família), hábitos alimentares, estilo de vida e condições ambientais. Todos estes fatores aumentam o risco de uma pessoa desenvolver a doença.
Cãncer nos pulmões, na boca e na laringe são as principais doenças causadas pelo cigarro. Bebida alcoólica em excesso pode provocar, com o tempo, o aparecimento de câncer na boca. Sol em excesso pode afetar as células e cresce o risco do desenvolvimento desta doença na pele. O câncer de mama tem origens nos distúrbios hormonais e é mais comum nas mulheres. A leucemia (câncer no sangue) é desencadeado pela exposição à radiações.
Determinadas infecções podem desencadear o surgimento de tumores no estômago e no fígado. A vida estressante, a alimentação inadequada (rica em gorduras, conservantes e pobre em fibras) também estão relacionados a alguns tipos de câncer.
Tratamento
O melhor tratamento ainda é aquele que visa evitar o surgimento da doença. Para tanto, os especialistas aconselham as pessoas a ter uma vida saudável: alimentação natural e rica em fibras, evitar o fumo e o álcool, ter uma vida tranqüila, fugindo do estresse, usar protetores ou bloqueadores solares e fazer exames de rotina para detectar o início da doença.
Atualmente, a medicina dispõe da radioterapia e de cirurgias para combater a doença. Quando se faz necessário a retirada do tumor, a cirurgia é o procedimento mais adequado. Já a radiação é utilizada para matar as células cancerígenas. Porém, este segundo procedimento tem efeitos colaterais como, por exemplo, queimaduras na pele provocada pela passagem da radiação.
A quimioterapia é um procedimento que visa, através da administração de drogas, impedir a reprodução das células cancerígenas, levando-as à morte. Esse procedimento também tem efeitos colaterais como, por exemplo, a queda de cabelos.
Nos casos de câncer de mama e de próstata é usada a hormonoterapia, pois estes tipos de tumores são sensíveis à ação de determinados hormônios.
Hipertensão

A Hipertensão Arterial, mais conhecida como “Pressão Alta”, pode ser encarada como uma doença ou como um fator de risco para o desenvolvimento de doenças do coração, pois, na grande maioria das vezes, não provoca sintomas ou os sintomas são gerais (podem ocorrer em qualquer doença), como dores de cabeça, tonturas, mal estar...  
É muito importante entender que quem sofre de hipertensão arterial terá que fazer seu controle por toda a vida, visto que, na grande maioria das pessoas (95%), não se consegue descobrir sua causa.
De todos esses casos, felizmente, a grande maioria (90%) apresentará hipertensão leve, ou seja, fácil de controlar e tratar.
Acidente vascular cerebral
O termo Acidente Vascular Cerebral, significa o comprometimento súbito da função cerebral causado por inúmeras alterações histopatológicas que envolvem um ou vários vasos sanguíneos intracranianos ou extracranianos. Aproximadamente 80% dos AVC são causados por um baixo fluxo sanguíneo cerebral (Isquemia) e outros 20% por hemorragias tanto intraparenquimatosas como subaracnoídeas. O grande problema em relação aos AVC não se encontra apenas na mortalidade mas sim a incapacitação que impõe ao indivíduo como não se alimentar ou locomover além do problema social.
A Incidência Americana esta estabilizada em torno de 0,5 a 1,0 casos por cada 1000 habitantes e alguns países europeus e o Japão esta incidência chega a 3 por cada 1000 habitantes por motivos que não se pode explicar até o momento. É a terceira principal causa de morte entre as a patologias clínicas e a mais freqüente causa de morbidade entre as doenças neurológicas após a S. de Alzheimer. Estes índices são maiores entre negros e proporcionais em relação ao sexo. Nos indivíduos acima dos 75 anos esta incidência chega a 30 por 1000hab.
Infarto
Infarto do miocárdio é a necrose de uma parte do músculo cardíaco causada pela ausência da irrigação sanguínea que leva nutrientes e oxigênio ao coração. É o resultado de uma série complexa de eventos acumulados ao longo dos anos, mas pode ser caracterizado pela oclusão das artérias coronárias em razão de um processo inflamatório associado à aderência de placas de colesterol em suas paredes. O desprendimento de um fragmento dessas placas ou a formação de um coágulo de sangue, um trombo, dentro das artérias acarretam o bloqueio do fluxo de sangue causando sérios e irreparáveis danos ao coração (necrose do músculo cardíaco).

Sintomas



  • Dor fixa no peito, que pode variar de fraca a muito forte, ou sensação de compressão no peito que geralmente dura cerca de trinta minutos;




  • Ardor no peito, muitas vezes confundido com azia, que pode ocorrer associado ou não à ingestão de alimentos;




  • Dor no peito que se irradia pela mandíbula e/ou pelos ombros ou braços (mais freqüentemente do lado esquerdo do corpo);




  • Ocorrência de suor, náuseas, vômito, tontura e desfalecimento;




  • Ansiedade, agitação e sensação de morte iminente.

    Fatores de risco e prevenção
    Não há dúvida de que a melhor maneira de evitar o infarto é reduzir a exposição aos fatores de risco: fumo, obesidade, diabetes, hipertensão, níveis altos de colesterol, estresse, vida sedentária e/ou histórico pessoal ou familiar de doenças cardíacas.
    Assumir uma atitude mental confiante e positiva é um passo decisivo para a recuperação dos infartados. É importante deixar claro que pessoas que sobrevivem a um infarto e adotam estilos de vida saudável, em sua maioria, conseguem retornar à vida normal e reassumir suas atividades profissionais. Recomendações




  • Ao surgirem os primeiros sintomas, procure socorro imediatamente. Não dirija automóvel e evite andar ou carregar peso mesmo que a dor seja mínima;




  • Se estiver com alguém que apresente sintomas de infarto por mais de dez minutos, não perca tempo: procure socorro urgente. Mantenha a pessoa aquecida e calma. Salvo orientação médica em contrário, não lhe dê coisa alguma para beber ou comer;




  • Desde que a pessoa consiga engolir sem dificuldade e não seja alérgica ao medicamento, dê-lhe um comprimido de aspirina;




  • Se a pessoa desfalecer, verifique sua respiração e seu pulso. Na ausência desses sinais vitais, inicie imediatamente os procedimentos adequados de recuperação cardiopulmonar, mantendo-os até que o socorro chegue. Não tente transportar a pessoa desfalecida, porque ela corre sério risco de morrer no caminho. Coloque-a em posição confortável, levemente inclinada, e afrouxe suas roupas;




  • Não se iluda com a aparência de sintomas de azia intensa, pois eles podem indicar, na verdade, alterações cardíacas importantes;




  • Transmita confiança ao infartado e evite entrar em pânico. Os primeiros socorros são fundamentais para salvar vidas.

    Importante
    Procure imediatamente o médico se sentir dores inexplicáveis no peito, falta de ar, batimentos cardíacos acelerados, respiração noturna ofegante, pés e tornozelos inchados ou aumento de peso injustificado resultante de inchaço por retenção de líquidos.
    O infarto é uma ocorrência muito grave e requer atendimento profissional imediato. Pode vir precedido de crises de angina (dores no peito, muitas vezes associadas ao esforço físico) ou irromper sem qualquer aviso. Cerca de l/3 das pessoas que sofrem infarto não sobrevivem e a maioria das mortes ocorre dentro de duas horas.

    Gastrite

    "A gastrite é uma doença inflamatória que se caracteriza por acometimento da camada de tecido mais superficial que reveste o estômago, chamada de mucosa gástrica. Essa inflamação desenvolve-se como uma resposta normal do organismo quando ocorre uma agressão à sua integridade. Entretanto, essa resposta normal pode levar ao desenvolvimento de sinais e sintomas característicos dessa doença. A agressão que desencadeia o processo pode ser aguda ou crônica e, de acordo com seus tipos, podemos classificar as diversas formas de gastrite."



    O estômago é um órgão de extrema importância para o processo de digestão dos alimentos. Nele, encontramos vários tipos de células com diferentes funções. Algumas produzem enzimas que ajudam na quebra dos alimentos e outras produzem ácido clorídrico, que é responsável pelo ambiente ácido característico desse órgão. Normalmente, há produção de um muco que reveste internamente a parede do estômago, protegendo as células da agressão pelo ácido.



    A gastrite pode ser causada por diversos fatores diferentes.


    : essa bactéria tem a capacidade de viver dentro da camada de muco protetor do estômago. A prevalência da infecção por esse microorganismo é extremamente alta, sendo adquirida comumente na infância e permanecendo para o resto da vida a não ser que o indivíduo seja tratado. A transmissão pode ocorrer por duas vias: oral-oral ou fecal-oral. A gastrite não é causada pela bactéria em si, mas pelas substâncias que ela produz e que agridem a mucosa gástrica, podendo levar a gastrite, úlcera péptica e, a longo prazo, ao câncer de estômago.
    • Aspirina: o uso de aspirina e de outros antiinflamatórios não-esteróides podem causar gastrite porque levam à redução da proteção gástrica. Importante ressaltar que esses medicamentos só levam a esses problemas quando usados regularmente por um longo período. O uso de corticóide por longo período também pode levar a gastrite.
    • Álcool: pode levar à inflamação e dano gástrico quando consumido em grandes quantidades e por longos períodos.
    • Gastrite auto-imune: em situações normais, o nosso organismo produz anticorpos para combater fatores agressores externos. Em algumas situações, entretanto, pode haver produção de anticorpos contra as próprias células do organismo, levando a vários tipos de doenças (por exemplo, lúpus eritematoso sistêmico, artrite reumatóide, diabetes mellitus tipo 1). Na gastrite auto-imune, os anticorpos levam à destruição de células da parede do estômago, reduzindo a produção de várias substâncias importantes. O câncer de estômago também pode ocorrer a longo prazo.
    • Outras infecções: a gastrite infecciosa pode ser causada por outras bactérias que não o H. pylori, como por exemplo a bactéria da tuberculose e a da sífilis; pode também ser causada por vírus, fungos e outros parasitas.
    • Formas incomuns: são causas mais raras. Temos as gastrites linfocítica e eosinofílica; a gastrite granulomatosa isolada; e a gastrite associada a outras doenças como a sarcoidose e a doença de Crohn.
    • A gastrite aguda também pode ocorrer em pacientes internados por longo período em unidades de tratamento intensivo, em pacientes politraumatizados e em grandes queimados.



    A gastrite pode ser completamente assintomática, principalmente nos casos crônicos. Na fase aguda, os sintomas são mais proeminentes. Comumente, os sintomas são:
    • Desconforto na região superior do abdome: pode ser representado por dor ou apenas um desconforto. Alguns pacientes podem relatar dor em queimação; dor que melhora com a ingestão de alimentos.
    • Náuseas e vômitos, geralmente acompanhando o desconforto.
    • Saciedade precoce, ou seja, sensação de empachamento logo após a alimentação. Esse sintoma pode levar à redução e perda de apetite.
    • Se a gastrite levar à formação de úlceras gástricas hemorrágicas, pode haver eliminação de sangue digerido, nas fezes (que ficam escuras) ou nos vômitos.



    O médico suspeita de gastrite quando o paciente relata a presença dos sintomas listados anteriormente. O médico investiga os hábitos alimentares do paciente, uso de medicamentos, consumo de bebidas alcoólicas, se o paciente tem outras doenças já diagnosticadas. A partir daí, exames complementares podem ou não ser realizados.
    Importante ressaltar que o diagnóstico de gastrite só pode ser firmado pela endoscopia digestiva alta, quando o médico visualiza a mucosa gástrica lesada e colhe fragmentos (biópsia) para exame citológico. Caso não seja realizada a endoscopia, o diagnóstico mais correto é o que chamamos de Dispepsia, que pode ser funcional ou não.
    Se a causa da gastrite for evidente já na história, como por exemplo, o uso de antiinflamatórios, o médico já indica o tratamento adequado. No caso do H. pylori, a identificação da infecção pode ser feita no material obtido pela biópsia, à endoscopia, através de um teste respiratório ou exame de sangue. Se o paciente for portador dessa bactéria, o médico decidirá sobre a erradicação ou não da infecção, com base no quadro clínico do paciente.



    O tratamento da gastrite é direcionado pela causa. Entretanto, alguns medicamentos são utilizados para a melhora dos sintomas enquanto se trata a causa específica. O paciente deve evitar o uso de medicamentos como a aspirina e outros antiinflamatórios não-esteróides, bebidas alcoólicas e cigarro.
    O tratamento da infecção pelo H. pylori pode ser bastante difícil em alguns pacientes, e não é raro que ocorra a reinfecção. Esse tratamento não é indicado de rotina em todos os pacientes, sendo reservado para aqueles que apresentam úlcera péptica ou linfoma gástrico. Neles, o tratamento é realizado com antibióticos, medicamentos que reduzem a secreção de ácido pelo estômago e também com agentes protetores da mucosa gástrica.
    Na gastrite induzida por medicamentos, geralmente a suspensão do agente suspeito leva à resolução do quadro. Associado a isso utiliza-se medicamentos para melhora sintomática. Em alguns tipos de gastrite pode ser necessário o uso de corticóide, para conter o processo inflamatório e prevenir complicações.
    Nos pacientes hospitalizados, em unidade de tratamento intensivo, politraumatizados e grandes queimados, o desenvolvimento de gastrite aguda pode ser dramático. Por isso, neles, é feita a prevenção do desenvolvimento da doença, com o uso de medicamentos que reduzem a produção de ácido, pelo estômago.
    Os medicamentos utilizados para melhora sintomática podem atuar melhorando o esvaziamento gástrico ou reduzindo a secreção de ácido. Os que melhoram o esvaziamento gástrico são os chamados pró-cinéticos, que reduzem a estase alimentar no estômago e auxiliam na digestão, como por exemplo, a metoclopramida e a bromoprida. A redução da secreção de ácido é eficiente para combater a dor e a azia, e pode ser feita com medicamentos de dois grupos:
    • Antagonistas de receptores H2: cimetidina, ranitidina. São também usados para a prevenção da gastrite aguda nos pacientes hospitalizados.
    • Inibidores da bomba de prótons: omeprazol, lansoprazol, pantoprazol.
    Outros medicamentos que podem ser usados, eventualmente, são os protetores da mucosa gástrica, como o sucralfato, por exemplo.



    • Comer em pequenas quantidades e várias vezes ao dia, evitando ficar sem alimentação por mais de 3 horas seguidas.
    • Alimentar-se com calma, mastigando bem os alimentos, o que facilita o esvaziamento gástrico e a digestão.
    • Evitar os famosos "fast-foods".
    • Consumir bebidas alcoólicas com moderação, se possível evitar o consumo.
    • Não há motivo para restrição dietética, mas se possível devem-se evitar ou reduzir a ingestão de alimentos muito gordurosos, frituras, doces concentrados, comidas muito condimentadas. Preferir refeições mais leves, de mais fácil digestão.
    • O consumo de café e outras bebidas que contém cafeína não é contra-indicado se o paciente tolera bem essas bebidas.
    • Outra questão importante é o cuidado com a higiene pessoal e dos alimentos, para reduzir a transmissão .





  • quarta-feira, 27 de julho de 2011

    Praia jurere

    centro


    Praia de Jurerê
    A praia de Jurerê é uma das mais belas de Florianópolis.
    Localizada ao norte da i
    lha, é uma praia de mar calmo, límpido e quente, ideal para praticar esportes, pescar, velejar ou andar de jet-sky.
    Além disto é  especial para o divertimento das crianças e a tranquilidade dos pais pois suas águas não apresentam qualquer tipo de correnteza.


    rerê Internacional.
    Outro diferencial para quem aprecia os esportes náuticos são as marinas do Blue Fox e do Clube Veleiros da Ilha.Tudo isso em um raio de 500 metros da pousada da Âncora.

    Possui excelente infra-estrutura, contando com supermercados, farmácias, restaurantes, bares, boates (P12), pizzarias (com tele-entrega) além do Jurerê Open Shopping, um shooping center localizado no calçadão central de Ju
    jurere
    Como pontos turísticos a praia possui a Fortaleza de São José da Ponta Grossa - construída em 1740 pelos portugueses.
    forte2
    Na foto abaixo você pode ter noção da distância da pousada até a praia.
    pousadalocal
    Outros pontos turísticos como a baía dos golfinhos e uma segunda fortaleza localizada na ilha de Anhatomirim, podem ser visitados através de passeios de escuna.
    O calçadão de Jurerê Internacional é uma boa opção de lazer com um várias lojas e bares.

    Praia grande

     

    Praia Grande região

    Praia Grande região, é verdade faz parte da Baixada Santista.

    Uma das praias mais procuradas de São Paulo, sua população em 2010 chegou a marca de 261.000 habitantes. Imagina você, que Praia Grande em alta temporada chega a receber perto de 1.600.000 pessoas, coisa rara entre cidades de turismo receber até 6 vezes o número de sua população.
    Alguns requisitos previsto em lei define que é considerado de estância Balneária pelo Estado de São Paulo. E devido a esse titulo passa a ter uma receita maior do Estado.

    Praia grande fazia parte de São Vicente até o ano de 1967.
    Após a emancipação, a cidade acelerou levemente o ritmo de crescimento experimentado desde a década de 1950, com mais qualidade em seus serviços públicos, dada a proximidade do poder municipal com a realidade da população local. Na década de 1980, a cidade ganha novo impulso para seu crescimento, com a inauguração da Ponte do Mar Pequeno (no trecho final da Rodovia dos Imigrantes), ligando a ilha de São Vicente à cidade, e resolvendo dois problemas de uma só vez: além de desafogar o trânsito na saturada Ponte Pênsil, a cidade ganhava uma ligação direta à Capital, sem a necessidade de se passar pelas cidades de Santos e São Vicente, a fim de acessar a Via Anchieta, então a única opção para se chegar à capital. Assim, Praia Grande passou a ser o balneário mais próximo da capital.
    .A distancia de São Paulo até praia Grande é de 73km, Rio de Janeiro Praia Grande 517 km e de Curitiba 389 km.

    SÃO PAULO: O acesso poderá ser feito pelo Sistema Anchieta-Imigrantes, hoje com 176 km de extensão. O Sistema Anchieta-Imigrantes é formado pelas Rodovias Anchieta, dos Imigrantes (contando com a recém-inaugurada Pista Descendente), Padre Manoel da Nóbrega (antiga Pedro Taques), Cônego Domênico Rangoni (antiga Piaçagüera-Guarujá) .
    RIO DE JANEIRO: Siga pela Via Dutra. Até chegar em São Paulo, é só descer a Serra do Mar pelo Sistema Anchieta-Imigrantes. O acesso também poderá ser feito pela Rio-Santos, viagem mais demorada entretanto com a beleza de toda costa.
    CURITIBA: Acesse a Rodovia Régis-Bittencourt (BR-116). Chegando na Serra de Miracatu, é só pegar a Rodovia Padre Manoel da Nóbrega (SP-055) sentido Peruíbe, até chegar a Praia Grande.
    Aproveite bem o verão, faça uma visita a Praia Grande



     

    sexta-feira, 17 de junho de 2011

    Inca

    Introdução 

    A Civilização Inca desenvolveu-se na região da Cordilheira dos Andes (América do Sul ) nos atuais Peru, Bolívia, Chile e Equador. Fundaram no século XIII a capital do império: a cidade sagrada de Cusco. Foram conquistados e dominados pelos espanhóis no ano de 1532.
    Governo 
    O imperador, conhecido por Sapa Inca, era considerado um deus na Terra. A sociedade era extremamente hierarquizada e formada por: nobres ( governantes, chefes militares, juízes e sacerdotes), camada média ( funcionários públicos e trabalhadores especializados) e classe mais baixa (artesãos e os camponeses). Esta última camada pagava altos tributos ao rei  em mercadorias ou com trabalhos em obras públicas.
    Na arquitetura, desenvolveram várias construções com enormes blocos de  pedras encaixadas, como templos, casas e palácios. A cidade de Machu Picchu foi descoberta somente em 1911 e revelou toda a eficiente estrutura urbana desta sociedade. A agricultura era extremamente desenvolvida, pois plantavam nos chamados terraços (degraus formados nas costas das montanhas). Plantavam e colhiam feijão, milho (alimento sagrado) e batata. Construíram canais de irrigação, desviando o curso dos rios para as aldeias. A arte destacou-se pela qualidade dos objetos de ouro, prata, tecidos e jóias. Domesticaram a lhama (animal da família do camelo) e utilizaram como meio de transporte, além de retirar a lã , carne e leite deste animal. Além da lhama, alpacas e vicunhas também eram criadas.
    A religião tinha como principal deus o Sol (deus Inti ). Porém, cultuavam também animais considerados sagrados como o condor e o jaguar. Acreditavam num criador antepassado chamado Viracocha (criador de tudo).Criaram um interessante e eficiente sistema de contagem: o quipo. Este era um instrumento feito de cordões coloridos, onde cada cor representava a contagem de algo. Com o quipo, registravam e somavam as colheitas, habitantes e impostos. Mesmo com todo desenvolvimento, este povo não desenvolveu um sistema de escrita.

    Arte egípcia

    Arte Egípcia

    A arte Egípcia surgiu a mais de 3000 anos A.C., mas é entre 1560 e 1309 A.C. que a pintura Egípcia se destaca em procurar refletir os movimentos dos corpos e por apresentar preocupação com a delicadeza das formas.

    O local a ser trabalhado primeiramente recebia um revestimento de gesso branco e em seguida se aplicava a tinta sobre gesso. Essa tinta era uma espécie de cola produzida com cores minerais.

    Os egípcios ao esculpir e pintar tinham o propósito de relatar os acontecimentos de sua época, as histórias dos Faraós, deuses e do seu povo em menor escala, já que as pessoas não podiam ser representadas ao lado de deuses e nem dentro de templos. Provavelmente eles não tiveram a intenção de nos deixar a "arte" de seus criadores.

    O tamanho das pessoas e objetos não caracterizavam necessariamente a distância um do outro e sim a importância do objeto, o poder e o nível social.

    Os valores dos egípcios eram eternos e estáveis. Suas leis perduraram cerca de 6.000 anos. O Faraó representava os homens junto aos deuses e os deuses junto aos homens, assim como era responsável pelo bem-estar do povo, sendo considerado também como um próprio Deus.Matéra:artes

    sexta-feira, 20 de maio de 2011

    Paisagens vegetais Brasileiras.

    Fotos da floresta amazonica
    Essa floresta amazônica é um dos bens mais preciosos por causa das espécies de animais e plantas encontradas nessa floresta brasileira, são animais que vivem muito bem nessa floresta que também tem uma grande quantidade de plantas que podem ser usadas para produzir vários tipos de remédios eficazes, alguns remédios que devem ser manipulados foram feitos com algumas plantas medicinais encontradas aos montes na floresta localizada no Brasil. A floresta amazônica também se estende pelos países Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname, Equador, Colômbia, Bolívia e Venezuela, mas a maior parte dessa bela floresta cheia de riquezas naturais está localizada em território brasileiro.
    Mas essa bela floresta brasileira sofre com algumas coisas ruins que são causadas pelos seres humanos que cortam grandes quantidades de árvores, e esse desmatamento descontrolado pode matar vários animais que precisam de grandes áreas de mata fechada para poder sobreviver em paz. Essas áreas da floresta amazônica que já foram desmatadas podem ser vistas através de fotos divulgadas na internet, mas essas fotos de desmatamento de uma floresta tão linda podem decepcionar milhares de brasileiros que devem procurar por fotos da floresta amazônica intacta.
    As fotos dessa floresta intacta podem ser encontradas facilmente pelos brasileiros em alguns sites que falam bastante sobre belezas naturais, mas quem não conhece sites que falam de meio ambiente podem procurar por várias fotos dessa floresta naqueles sites de buscas que qualquer brasileiro deve conhecer muito bem, serão nesses sites que muitos poderão conhecer um pouco mais da floresta amazônica que deve ser mais conservada.
    Os brasileiros que gostarem das fotos da floresta amazônica podem até estar fazendo uma viagem inesquecível para esse lugar que sempre foi muito visitado até por turistas, porque muitos querem conhecer um pouco mais das belezas naturais dessa floresta que infelizmente foi bastante desmatada pelos seres humanos, mas mesmo com grandes áreas desmatadas dá para aproveitar uma boa parte dessa floresta que continua intacta com uma mata fechada e muitos animais vivendo em
    FLORESTA TROPICAL ATLÂNTICA ( MATA ATLÂNTICA)

    MATA DOS COCAIS (formação complexa)

    MATA DE ARAUCÁRIAS

    CERRADO

    VEREDAS (são comuns nas paisagens do CERRADO)

    CAATINGA

    CAMPOS ou PRADARIAS

    PANTANAL


    MANGUEZAL

    Infelizmente não consegui imagens das gravuras dessas paisagens, que aparecem nos vestibulares. Se quiserem tirar cópias, eu tenho o livro com tais imagens, chama-se "Domínios de Natureza do Brasil" de Aziz Ab' Saber.

    sexta-feira, 6 de maio de 2011

    ATMOSFERA E SEUS FENÔMENOS
    A atmosfera é a camada gasosa que envolve o planeta Terra, fundamental para a manutenção da vida.
        Dentre as suas funções, destacam-se:
          – Filtragem: responsável por filtrar os raios nocivos à vida em nosso planeta, graças ao ozônio encontrado na camada denominada estratosfera.
          – Proteção: proteger a superfície terrestre de qualquer corpo que entre em rota de colisão com nosso planeta, por exemplo, os meteoros.
          – Conservação: conservar o calor recebido do Sol durante o dia, desprendendo-o gradativamente à noite,(efeito estufa). Com a elevada emissão de gases estufa, esta função vem sendo ampliada, aumentando assim, a temperatura média da atmosfera .
        Além dessas funções, a atmosfera guarda a quantidade necessária de oxigênio para a manutenção da vida.
        Principais camadas da atmosfera:
          – Troposfera camada em contato com a superfície terrestre, que concentra cerca de 90% dos gases atmosféricos. Na troposfera, ocorrem os fenômenos atmosféricos.
          – Estratosfera destaca-se por concentrar o ozônio responsável pela filtragem dos raios nocivos à vida em nosso planeta.
          – Ionosfera camada ionizada, responsável por refletir as ondas curtas de rádio.
          – Mesosfera também denominada de hidrogenada, por nela predominar o hidrogênio.
          – Exosfera porção mais externa da atmosfera, onde o ar se apresenta extremamente rarefeito.

    FENÔMENOS ATMOSFÉRICOS
             Temperatura atmosférica

        Define-se temperatura atmosférica como a quantidade de calor existente no ar. Ela sofre influência de uma série de fatores, responsáveis pela sua variação:
          – Altitude: nas maiores altitudes, as temperaturas são menores, porque o ar se apresenta mais rarefeito e, assim, absorve menor quantidade de calor.
          – Latitude: quanto maior a latitude, menor é a temperatura, porque os raios solares incidem de forma perpendicular sobre a região equatorial. À medida que aumenta a latitude, vai aumentando a inclinação dos raios solares e, portanto, aquecendo menos a atmosfera.
          – Chuvas: resfriam a troposfera, em função do aumento da umidade no ar.
          – Vegetação: a transpiração dos vegetais aumenta a umidade do ar reduzindo, assim, as temperaturas.
          – Ventos: podem aquecer ou resfriar a troposfera, dependendo do local de origem.
          – Correntes marítimas: aquecem ou resfriam a atmosfera, dependendo do local onde se originam.
          – Aglomerados urbanos: responsáveis pela criação de verdadeiras " ilhas de calor" . Nas cidades, as temperaturas são maiores, como conseqüência da relação do calor com o asfalto e concreto, dos motores e fornos ligados, e a pequena quantidade de vegetação.


         Pressão Atmosférica

        É a força que o ar exerce sobre a superfície terrestre, podendo variar de acordo com alguns fatores:
          – Altitude: nas maiores altitudes a pressão é menor, por apresentarem uma menor coluna de ar sobre a superfície.
          – Temperatura: quanto maior a temperatura atmosférica, menor será a pressão. O ar aquecido se torna menos denso e, assim, exerce menor pressão sobre a superfície.     


        Ventos

        As diferentes pressões existentes em nosso planeta são responsáveis pela formação dos ventos. Vento é o ar em movimento, que ocorre de áreas de alta pressão (anticiclonais) para baixa pressão (ciclonais).
        A velocidade dos ventos está relacionada à diferença de pressão: quanto maior essa diferença, maior a velocidade dos ventos.

          – Tipos de ventos
        Dependendo da direção, constância ou época em que sopram, os ventos podem ser:
          = Constantes: sopram constantemente em uma mesma direção, como os ventos alísios e contra-alísios, que se dirigem dos trópicos para o equador e do equador para os trópicos, respectivamente.
          = Periódicos: ventos que sopram, num período, numa direção e, noutro período, em direção contrária, como as brisas e monções.
          = Brisas durante o dia, sopram do mar para o continente, denominando-se brisas marítimas. À noite, dirigem-se do continente para o mar, brisas continentais.
          = Monções atingem o Sul e o Sudeste da Ásia. Variam de direção de acordo com as estações do ano. As monções de verão se deslocam do mar para o continente e as de inverno, tomam a direção contrária.
          = Locais: são ventos que sopram em determinadas épocas, num mesmo local, como por exemplo, minuano, simum, mistral dentre outros

          – Massas de ar
        São grandes porções de ar que se costumam originar em áreas extensas e homogêneas, como nas planícies, nos oceanos, nos desertos, nas grandes florestas.
        Em seu processo de formação, as massas de ar adquirem as características de umidade e temperatura das áreas de origem quentes ou frias, úmidas ou secas. Ao se deslocarem, elas podem alterar suas características iniciais, dependendo das regiões por onde passam.
        O encontro de duas massas de ar com características diferentes originam uma frente . As frentes podem ser quentes ou frias, dependendo da massa que predominar.


        Umidade atmosférica

        É a quantidade de vapor de água existente no ar, como conseqüência do ciclo das águas, ou seja, como resultado da evaporação, condensação e precipitação.
          –Umidade absoluta quantidade absoluta de vapor de água existente no ar, num dado momento e num determinado local.
          –Ponto de saturação limite máximo de vapor de água que o ar pode conter. O ponto de saturação é "diretamente proporcional" à temperatura atmosférica, ou seja, quando diminui a temperatura, ele também sofre redução.
          –Umidade relativa relação existente entre a umidade absoluta e o ponto de saturação de um local. Por exemplo: se um determinado local apresenta uma umidade absoluta de 5 g/m3 e um ponto de saturação equivalente a 10 g/m3, a umidade relativa desse local é de 50%. Para o cálculo da umidade relativa, basta armar uma regra de três simples, em que o ponto de saturação corresponde a 100% e a umidade absoluta, a x .
    O movimento de rotação da Terra
    Autor: Fábio Reis
    Data: 22/5/2002





    Note pelo desenho, que a velocidade na superfície da Terra varia conforme a latitude. No Equador, ela é extremamente alta e vai diminuindo conforme se aproxima dos pólos. Esse fato faz com que qualquer massa de ar movendo-se livremente (vento) seja desviada quando se desloca sobre a superfície. Este desvio acontece em relação ao solo. A Terra sai de baixo e o vento continua seu trajeto.(veja sequência das figuras).

    Como estamos na superfície da Terra e não percebemos que estamos em rotação, esse efeito é observado como se o vento fizesse uma curva.

    Numa carta geral dos oceanos vamos observar que as correntes oceânicas também obedecem essa propriedade. Responsabilizamos a esse efeito o aparecimento de uma força que chamaremos de Coriolis. Portanto, a “força de Coriolis” é somente uma força aparente, mas o desvio, é um desvio real.

    A rotação da Terra (origem da força de Coriolis) e a mudança na direção do vento com a latitude (de Leste nos trópicos e de Oeste em latitudes médias) causam a circulação dos oceanos. Essa circulação acontece no sentido horário no hemisfério norte e anti-horário no hemisfério sul. - Latitude

    Quanto mais nos afastarmos do Equador, menor a temperatura. A Terra é iluminada pelos raios solares com diferentes inclinações. Quanto mais longe do Equador a incidência de luz solar é menor.

    - Altitude

    Quanto mais alto estivermos menor será a temperatura. Isto porque o ar se torna rarefeito, ou seja, a concentração de gases e de umidade à medida que aumenta a altitude, é menor, o que vai reduzir a retenção de calor nas camadas mais elevada da atmosfera. Há a questão também que o oceano ou continente irradiam a luz solar para a atmosfera, ou seja, quanto maior a altitude menos intensa será a irradiação.

    A pressão atmosférica e os ventos - Brasil
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    Sabemos que a pressão atmosférica varia com a altitude e com a temperatura. Essas variações e diferenças na pressão atmosférica determinam, ao longo do ano, os centros de altas e de baixas pressões e, conseqüentemente, a circulação atmosférica, com alguns ventos importantes.

    Nossa atmosfera é agitada, constantemente, pêlos alísios. Tais ventos regulares provocam chuvas ora na Região Norte, ora na Zona da Mata do Nordeste e, por vezes, na Região Centro-Oeste.

    As brisas, ventos periódicos que ocorrem nos litorais, são frequentes ao longo de toda a nossa extensa orla litorânea.
    A atmosfera brasileira é agitada ainda por outros ventos, locais e variáveis, tais como:
    • o minuano ou pampeiro, vento local frio, que castiga o Rio Grande do Sul, nos meses de inverno;
    • o noroeste, vento quente procedente do Centro-Oeste, que "varre" o Estado de São Paulo, principalmente no inverno (agosto), provocando chuvas e alguns acidentes, como destelhamentos de casas e de barracões.
    Considerando apenas as capitais brasileiras, as de maiores pressões atmosféricas são Rio de Janeiro e Florianópolis, ambas com mais de 1 014 milibares. Brasília, devido a sua maior altitude, é a capital de menor pressão atmosférica no Brasil, com apenas 887 mb.

    Significados:
    agitada - movimentada.
    alísios - ventos regulares que se deslocam dos Trópicos para a região equatorial.
    milibar - unidade de medida da pressão atmosférica, que é simbolizada por mb.
    Temperatura do Ar
    A temperatura do ar é medida por meio de termômetros. Os boletins meteorológicos costumam indicar as temperaturas máxima e mínima previstas para um determinado período.
    O vapor de água presente no ar ajuda a reter calor. Assim verificamos que, em lugares mais secos, há menor retenção de calor na atmosfera e a diferença entre temperatura máxima e mínima é maior. Simplificando, podemos dizer que nesses locais pode fazer muito calor durante o dia, graças ao Sol, mas frio à noite como, por exemplo, nos desertos e na caatinga.

    Roupas típicas de habitantes do deserto costumam ser de lã, um ótimo isolante térmico, que protege tanto do frio quanto do calor excessivo. Além disso, as roupas são bem folgadas no corpo, com espaço suficiente para criar o isolamento térmico.

    Umidade do Ar
    A umidade do ar diz respeito à quantidade de vapor de água presente na atmosfera - o que caracteriza se o ar é seco ou úmido - e varia de um dia para o outro. A alta quantidade de vapor de água na atmosfera favorece a ocorrência de chuvas. Já com a umidade do ar baixa, é difícil chover.
    Quando falamos de umidade relativa, comparamos a umidade real, que é verificada por aparelhos como o higrômetro, e o valor teórico, estimado para aquelas condições. A umidade relativa pode variar de 0% (ausência de vapor de água no ar) a 100% (quantidade máxima de vapor de água que o ar pode dissolver, indicando que o ar está saturado).
    Em regiões onde a umidade relativa do ar se mantém muito baixa por longos períodos, as chuvas são escassas. Isso caracteriza uma região de clima seco.
    A atmosfera com umidade do ar muito alta é um fator que favorece a ocorrência de chuva. Quem mora, por exemplo em Manaus sabe bem disso. Com clima úmido, na capital amazonense o tempo é freqüentemente chuvoso.
    Como já vimos, a umidade do ar muito baixa causa clima seco e escassez de chuvas.
    De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), valores de umidade abaixo de 20% oferecem risco à saúde, sendo recomendável a suspensão de atividades físicas, principalmente das 10 às 15horas. A baixa umidade do ar, entre outros efeitos no nosso organismo pode provocar sangramento nasal, em função do ressecamento das mucosas.
    No entanto, também é comum as pessoas não se sentirem bem em dias quentes e em lugares com umidade do ar elevada. Isso acontece porque, com o ar saturado de vapor de água, a evaporação do suor do corpo se torna difícil, inibindo a perda de calor. E nosso corpo se refresca quando o suor que eliminamos evapora, retirando calor da pele.

    Nível pluviométrico/ quantidade de chuva
    A quantidade de chuva é medida pelo pluviômetro. Nesse aparelho, a chuva é recolhida por um funil no alto de um tambor e medida em um cilindro graduado.
    A quantidade de chuva é medida no pluviômetro em milímetros: um milímetro de chuva corresponde a 1 litro de água por metro quadrado. Quando se diz, por exemplo, que ontem o índice pluviométrico, ou da chuva, foi de 5 milímetros na cidade de Porto Alegre, significa que se a água dessa chuva tivesse sido recolhida numa piscina ou em qualquer recipiente fechado, teria se formado uma camada de água com 5 milímetros de altura.
    Os meteorologistas dizem que a chuva é leve quando há precipitação de menos de 0,5mm em uma hora; ela é forte quando excede os 4mm.


    Pressão atmosférica
    A pressão atmosférica está relacionada à umidade do ar. Quanto mais seco estiver o ar, maior será o valor desta pressão.
    A diminuição da pressão atmosférica indica aumento da umidade do ar, que, por sua vez, indica a possibilidade de chuva. A pressão atmosférica é medida pelo barômetro.